Archive for October, 2007

2007 European User Group Tour

Wow … isto é que é, o Mike Chambers e o Lee Brimelow (Adobe Software Evangelists) irão durante 2 semanas correr as cidades de:

- Amesterdão (6Nov)
- Estocolmo (7Nov)
- Arhus (8Nov)
- Colónia (9Nov)
- Bruxelas (12Nov)
- Barcelona (13Nov)
- Roma (14Nov)
- Paris (15Nov)
- Geneva (16Nov)

para pequenas apresentações junto aos UserGroups locais.

O Mike irá falar sobre a Flash Platform e as mais recentes novidades do Adobe AIR e Open Source FLEX … e sobre a integração destes no Mundo das RIA’s.
O Lee falará sobre o Adobe Air para Interactive Designers, com a conjugação do Flash, Flex, HTML e JavaScript.

Acho que será muitissimo interessante para a malta dos UserGroups que forem assistir, e para eles dois será uma bela “ramboia” …

Mais nos blogs do Lee e do Mike.

Uma “Biage” há Sierra Nevada em Maio de 2007 (Dia 1)

Finalmente conseguimos convencer esta malta a nos fazer companhia numa das nossas pequenas aventuras montanheiras. A via escolhida, talvez a mais simples, era propicia à iniciação deste pessoal a actividades de vários dias.

A actividade começou a ser planeada com alguma antecedência, para que se verificassem duas coisas principalmente:

  • eu e o Neto ficámos responsáveis da logística alimentar de toda a equipa
  • e para introduzir a nova malta ao equipamento que iriam necessitar de adquirir

A data foi marcada com muita antecipação, por condicionante à necessidade de marcação de férias dos trabalhos … então qual a melhor altura para que pudessemos garantir toda a via ? “Para o final do degelo” foi resposta pronta. Pois bem, então marcou-se para finais de Maio.

Até aqui tudo OK … e depois de uma época de neve … SEM NEVE !! afinal parecia que não haveria “época de degelo”. Mas é então que o S.Pedro nos prega uma partida e faz cair uma série de nevões em Maio. “Lá se vai a época de degelo em finais de Maio. Só mesmo para daqui a 1 ou 2 semanas (meio de Junho)” diz-nos um “nuestro hermano”.

Decidiu-se que já que as férias estavam marcadas, então pelo menos a viagem não se perdia e a malta ia “curtir” o que fosse permitido “curtir”. Toda a comitiva já tinha sido previamente avisada de que a Montanha é que nos deixa subir se for caso disso, logo se algo estivesse melindroso, que não arriscariamos. Relembro que estamos a tratar de malta que nunca subiu mais que os 2000m da Serra da Estrela, e que nunca andaram com 20kgs as costas tanto tempo, nem possuem equipamento especifico para neve e gelo… Adiante…

Decidiu-se que a partida seria no dia 24 por volta das 00h … e graças à “pontualidade inglesa”, arrancamos perto das 1h30m … :p

Itinerário:
Pinhal Novo – Vila Real S.António – Sevilha – Granada – Trevélez

Uma viagem nocturna em que deu para ir dormitando, não sendo um sono reparador, mas uma vez que “vamos para a festa” o corpito aguenta a coisa com ânimo.

Após a chegada a Trevélez, é altura de um pequeno-almoço reforçado e uma última revisão ao conteúdo a carregar…e pormo-nos ao caminho que se faz tarde.


(Eu, o Neto e o Mário)

Nas passeatas pela Sierra Nevada temos sempre mirones atentos às “cusquices”

E aqui está um pequenote que tinha acabado de nascer … disto não se vê nas cidades! (Arrefinfa-lhe!!)

Está na hora do Manjar dos Deuses … repasto ligeiro a meio do dia.


(Neto a preparar água)

A larica era muita ….

Ahhhh … e aqui está o Caviar das Montanhas … a Lagosta da Neve … a super sopa Knorr !!

Neto, a apertar com os hidratos que a malta precisava de energia …

Os “Montanheiros de Fim-Semana” a conferenciar … aqui já sabiamos que tinhamos saido do trilho, à conta de um casal inglês que se lembrou de tapar uma das setas para terem banco de almoço … parvos dum raio!


(Eu, Neto e Rui … decidiu-se tentar atingir as Siete Lagunas por este lado)

Um belo riacho do degelo … a água sabia a … “porra, as ovelhas andam a cagar aqui ao lado” … carrega ai nas pastilhas ionicas e no isostar.

E fez-se noite … e a malta não atingiu o objectivo do Dia 1. Felizmente a moral estava alta e todos apreciaram o belo passeio que se fez ao longo do dia.


(Eu e uma das tendas das aventuras)

“Oh Rui, aperta bem essa treta … as vacas ‘andem’ aí e não queremos ir parar a Trevelez de Expresso!” … eheheh, como se algo fizesse diferença numa debandada de vacas … mas nós ficámos na nossa vidinha e elas foram à delas !

E agora “xau xau … xixi cama” que o Dia 2 iria ser mais puxado e cheio de aventura (mal sabiam elas!!)


(Mãe Dulce e Tanokas)

Voar como os pássaros – Baptismo de Planador (parte2)

Prometido é devido, e como tal aqui vão umas quantas fotos da experiência de voar como os pássaros … sem motor !

As “Cascas de Noz”

Já com o paraquedas às costas e de olho no rebocador

 

Aprender a ler os manómetros (afinal de contas, somos nós que vamos à frente e temos de falar com o piloto)

 

Já com a escotilha fechada (a patilha vermelha que se vê no inicio da escotilha serve para a ejecção se necessário!)

O rebocador já estava a postos … altura de fazer o checklist antes de dar sinal ao “asa” (rebocador)

 

O “asa” responde ao nosso sinal … e ai vamos nós para os céus

 

Aqui estão os manómetros … velocidade, bússola, alinhamento horizontal, altimetro
e dois de alinhamento vertical (um normal e um para detecção de térmicas)

 

As aeronaves pilotam-se com o manche e os pedais … estes servem para compensar no deslize da cauda. Os planadores têm um sistema ultra-moderno para detectar esses derrapanços (reparem no cordel no vidro da escotilha … se estiver alinhado com o planador, estamos “adireito”)

 

Em direcção ao Palácio da Pena …

Eh lá … o planador a encaminhar-se para um Fly-By

Quase quase que batiamos à porta…

Apartir daqui não há mais fotos do voo … fizemos umas espirais para subir com as térmicas e a sensação não é muito presenteira para se andar a bater fotos … sentem-se perto de 2G’s e o estomago no céu da boca !!!
A aterrizagem é mais suave que de uma aeronave comercial … parece que aterramos sobre uma almofada.

A experiência foi 5*, aconselho vivamente a toda a gente … e o resultado pessoal é que hei-de pilotar um bicharoco daqueles sozinho !!!

16 anos de sonho, aventura e realização … Parabéns OCSP!

Existe em Portugal um grupo de “malta porreira” que tem um sonho há 16 anos. O sonho é viverem segundo o código da Cavalaria Medieval … e a realização é que 16 anos volvidos estão a conseguir ser reconhecidos internacionalmente por tal feito.

A Ordem da Cavalaria do Sagrado Portugal recria periodos históricos desde o tempo clássico (Romano e Celta), à Idade Média, Renascimento e WW2 (este último o novo desafio do Mestre da Ordem).

 


Lusitanis – Povos Ibéricos II A.C.

Legio X Gemina – República Romana na Peninsula Ibérica


Legio X Gemina – Pax Romana (Alto Império Romano)

 

Al-Andaluz – A presença Muçulmana na Península Ibérica

Século XII – Nasce o Reino de Portugal

Século XII – Nasce o Reino de Portugal

Século XIII – A Consolidação de Portugal

Século XIII – Entre as Cantigas de Amigo

Século XIV – Das Guerras Fernandinas a Aljubarrota

Século XV – O início da Expansão Ultramarina

Século XV – Cavaleiros e Marinheiros p’lo Mundo fora

Século XV – O início da Expansão Ultramarina

Século XV – O início da Expansão Ultramarina

Quinhentista – O Exército dos Descobrimentos

Quinhentista – O Explendor dos Descobrimentos

É de louvar o tempo dispendido a preparar o vestuário, o equipamento bélico, a estudar as infraestruturas e as estratégias e … a disponibilidade financeira para adquirir réplicas fidedignas (muito importante).A realidade acontece desde que o Homem sonhe !

Parabéns OCSP pelos 16 anos passados e espero ver, acompanhar e partilhar muitos mais … e que possa voltar a traçar armas convosco em algum Torneio Medieval.

Grande abraço a todos.

(as fotos e respectivas legendas foram retiradas do site da OCSP)

Calcário sabe tão bem (dia de férias a meio da semana)

Ontem saquei o dia para me ir entreter na rocha … destino Penedo da Amizade em Sintra.

Desconhecia o local e foi com grande curiosidade que me embrenhei no bonito bosque de Sintra, no sopé do Castelo dos Mouros … seguimos as indicações que saquei na WWW e após entrarmos no Parque de Merendas, avistamos a escadaria … contar 205 degraus para darmos com a via “Solar(IV)”. Uma vez que nunca tinha escalado em granito, decidimos dar a volta até ao topo e equipar a reunião para escalar em Top-Rope … rappel para conhecer as vias e voltámo-nos para a “Jardim Escola (III+) para aquecer.
Até aqui tudo a correr como planeado …

Aquecimento concluido e começamos a decidir que vias iamos tentar … “Via da Tânia (V+)”, “Sanduiche (IV)”, “Bailado Vertical (V+)” e “Solar (IV)” … e começa aqui o grande drama. Escalar em granito, quando só conhecemos o calcário pode dar grandes dissabores, e a meio da “Bailado Vertical” começo a desesperar – “onde raio estão os buracos do belo calcário? Argh”

Enfim, umas baldas para acertar o tino psicológico e ao final de 3 horas a arranhar o granito decidimos arrumar a trouxa e zarpar … próximo destino – Arrábida ou Guia ? Não interessava, desde que fosse calcário !

Pelo avançar da hora, e uma vez que não queriamos apanhar transito no regresso decidimos ir até à Guia … “Perigo: Detonações com explosivos, proibido escalar no dia 10/10/07 das 15h até as 17h” … ora bolas, era só o que faltava. Mas detonações nem ouvi-las, mas que raio !

“Vamos descendo para ver as vias” diz o Luis Neto.

E assim foi, encontrámos malta no sector “Escadas” e no “Corta Unhas” … como faltava 15 minutos para as 17h, venham de lá essas presas …

Ahhh … e o calcário é tão bom !!!

Voar como os pássaros – Baptismo de Planador

Na passada 6feira fui voar como os pássaros, num avião sem motor … uma prenda pelos meus 29 anos.

Foi intenso, equiparo a uma viagem de montanha-russa, mas com 20 minutos de duração.

A experiência começa muito antes de se descolar:
- briefing dos pilotos para combinar vias de escape caso algum imprevisto ocorra
- empurrar as aeronaves para a pista, e aqui sentimos o peso das “cascas-de-nozes”
- colocar o paraquedas
- aprender a ler os manómetros (velocidade, bussola, alinhamento, dois altimetros – um “normal” e um para detecção de térmicas, etc…)
- aprender como funciona o manche e os pedais
- e finalmente dar check’s e esperar pelo levantar do Asa (sinal OK do rebocador)

Sobrevoei a Serra de Sintra, com dois “fly by” sobre o Palacio da Pena e uma descida a pique em direcção à pista, para na recuperação sentir a força de cerca de 2G’s … a mesma força que senti ao enrolar numa térmica para ganhar altitude.

Infelizmente não havia muitas térmicas e não se conseguiu subir mais que 700 metros de altitude, mas aconselho vivamente todas as pessoas a experimentarem um “Baptismo de Planador” pelo AeroClub de Portugal.

Brevemente coloco imagens da experiência.